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Ao que parece,
Resident Evil Outbreak se passa imediatamente antes de
Resident Evil 2/3, no momento em que o G-Virus se espalha por
Raccoon City, através da contaminação pelo esgoto. A cidade,
já infestada de zumbis, ainda não se encontra totalmente
destruída e os personagens a serem controlados pelo jogador
são cidadãos comuns de Raccoon. Você pode escolher um dentre
oito disponíveis. Se estiver jogando online, outros três
jogadores escolherão seus personagens e vocês jogarão em
quatro. Se estiver sozinho, escolha um e o computador, através
de AI (Inteligência Artificial) controlará os outros três.
Cada personagem tem sua própria habilidade, sendo que um
certamente precisará dos outros se quiser sair vivos da
cidade. Por exemplo, se você estiver jogando com a Alyssa, nem
adianta tentar arrombar aquela porta no final do corredor.
Chame alguém mais forte (como o Mark) para que faça isso pra
você. Já se estiver jogando com o David ou Kevin, não tente
decifrar aquele enigma difícil, deixe que o Jim o fará. Ou
até, nem tente mexer no computador que abre a porta
eletrônica. A Yoko fará isso para você. Por isso esse game da
série está sendo chamado de "revolucionário". Você não vai
conseguir fazer tudo sozinho. Nada de empunhar uma Desert
Eagle, olhar para o símbolo dos S.T.A.R.S. na jaqueta e sair
matando tudo que vê pela frente. Dessa vez você é um cidadão
comum. Não foi treinado para matar. Mas pode ter certeza de
que o fará, se precisar. E vai precisar...
Detalhe: Neste game você também poderá virar um zumbi, se
estiver jogando online. Logo no início, um mostrador de
infecção aparecerá no canto inferior direito da tela, e à
medida que a infecção aumenta, você perde agilidade e rapidez.
Pílulas podem ser encontradas no decorrer dos cenários, ou
feita por George, e retardam o processo. Se o marcador atingir
100%, você pode se transformar em zumbi, arranhando porta e
até atacando seus antigos amigos. No modo offline, você
simplesmente vai ficar durante algum tempo rastejando no chão
até um amigo te salvar. Se não aparecer ninguém, finalmente
você morre.
Alguns cuidados devem ser tomados ao escolher seu personagem.
Dependendo do cenário a ser jogado, não adianta querer jogar
com o David, ou com o Kevin, que parecem ser melhores com
armas, se o propósito deste cenário será solucionar enigmas.
Após o vídeo de abertura, você assume o controle e o resto é
por sua conta. Lembre-se, não tente salvar a cidade! Você não
é um dos S.T.A.R.S.. É um cidadão comum. Primeiramente, salve
a si e aos seus amigos. Se conseguir isso, já se dê por
satisfeito...
Outras novidades do game:
- As armas são carregadas em tempo real, ou seja, um cartucho
por vez. A não ser que você utilize um pente.
- Não existem mais as "salas seguras". Qualquer lugar é
perigoso.
- Os zumbis seguem os personagens através das portas (como o
Nemesis em Resident Evil 3) ou até trancam algumas para
dificultar seu progresso. Você também pode bloquear algumas
para isolá-los.
- Você pode usar canos, vassouras e objetos do cenário como
armas.
- Se estiver sem arma, você pode dar um "encontrão" nos
zumbis, ou seja, empurrá-los. Mas não tente fazer isso numa
barricada, porque pode machucar.
- Para destravar todas as opções do jogo, você terá que,
obrigatoriamente, explorar todos os personagens, mesmo que
prefira um deles.
- As câmeras estão na forma clássica de RE, mas o cenário,
dessa vez, é totalmente em 3D-Real Time.
- É possível comunicação entre os jogadores, inclusive no modo
offline. Combinando o direcional com o L2, digita-se "come on"
para aproximar-se, ou " help " para ajuda, assim por diante.
- Os jogadores controlados pelo processador normalmente dão os
itens que a gente pede. Podemos até testá-los como "mulas"
para carregar nossos itens e depois pedi-los de volta.
- A AI dos personagens, entretanto, é bem ruim, e eles muitas
vezes ficam vagando em meio aos zumbis mesmo ouvindo seus
chamados incessantes para que saia de lá. Eles muitas vezes
têm o costume de utilizar itens de vida desnecessariamente. |